POLUIÇÃO DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS POR MERCÚRIO EM RIO GRANDE: UMA DECORRÊNCIA DA CONTAMINAÇÃO PASSIVA DOS SOLOS DA CIDADE?

Guilherme Castro da R. Quintana, Brunno Tedesco, Nicolai Mirlean

Resumo


O primeiro sinal de existência de poluição por mercúrio na zona estuarina da Laguna dos Patos foi percebido em 2001 com o resultado do estudo das consequências do derrame de ácido sulfúrico ocorrido durante o acidente do navio Bahamas em 1998 (Mirlean et al., 2001). Entretanto não foi possível constatar a origem da poluição por mercúrio na cidade até o momento. Os níveis de poluição por mercúrio nos solos na cidade do Rio Grande são comparáveis aos dos grandes centros industriais dos EUA especializados na produção do feltro e outros tecidos. Até agora as águas subterrâneas da cidade não foram estudadas em termos de poluição e distribuição do mercúrio. No entanto, analisando os dados gerados neste trabalho é possível afirmar que em nenhuma estação amostral foi encontrada uma concentração superior à de 1μg/L (limite previsto na legislação CONAMA 369, de 2008 para água potável). Entretanto ainda não é possível afirmar que não existe risco de contaminação, visto que grande parte do mercúrio analisado encontra-se complexado, podendo estar na forma de metil-mercúrio.

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