A utilização do Ground Penetrating Radar (GPR) na definição de penetração de cunha salina e no monitoramento do nível freático em praia estuarina amazônica

Karolina Almeida Correia, Marcos Welby Correa da Silva, Amilcar Carvalho Mendes, Artur Gustavo Oliveira de Miranda, Estanislau Luczynsky, Ivson Roberto Viana da Cunha

Resumo


A identificação do nível freático foi bastante clara, revelando uma transição entre zona não saturada e zona saturada bem definida. Os perfis de GPR mostraram que o topo do nível freático é registrado como um refletor horizontal forte, mergulhando em direção ao mar. O topo do nível freático na zona de pós-praia está localizado em aproximadamente 1 metro de profundidade, no período chuvoso (março), tornando-se mais profundo na zona intermarés. No período de estiagem (novembro), o topo da superfície do nível sofre rebaixamento, variando de 1,9 metros na zona supramarés, a e 2 metros na zona intermarés. A umidade do solo e, sobretudo, a presença de sal nos sedimentos praiais tiveram forte influência nos sinais da reflexão, mudando a constante dielétrica dos sedimentos e, consequentemente, criando zonas de atenuação de sinais, permitindo, dessa forma, mapear a cunha salina em subsuperfície durante o período de estiagem. Contudo, é recomendado um estudo geofísico utilizando outros métodos, buscando melhores resultados do ponto de vista hidrogeológico.

Palavras-chave


GPR. Cunha salina. Praia estuarina. Nível freático. Amazônia.

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DOI: https://doi.org/10.14295/ras.v33i1.29095

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