ESTIMACION DE LA RECARGA MEDIANTE EL ANÁLISIS DE LAS CURVAS DE RECESIÓN DE HIDROGRAMAS FLUVIALES

Jorge Carrica, Guillermo Bonorino

Resumo


Se verifica la aplicabilidad del método de desplazamiento de la curva de recesión de hidrogramas fluviales de Rorabough (1964), utilizando el procedimiento manual propuesto por Bevans (1986) con las sugerencias de Rutledge y Daniel, (1994), para estimar la recarga a un acuífero freático aluvial alojado en el valle del arroyo Napostá Grande, Provincia de Buenos Aires, Argentina. El acuífero tiene tres fuentes de recarga: por almacenamiento de banco o ribera durante las crecidas, por agua de lluvia a través de sus mismos sedimentos y por descarga del acuífero loéssico, de menor permeabilidad, que enmarca el valle. Esta última es más o menos constante y permanente en el tiempo, mientras que la magnitud de los dos primeros procesos dependerá de la intensidad duración y distribución areal de la tormenta y la condición de humedad antecedente de la cuenca. Las tres formas de recarga generan tres tipos diferentes de curvas de recesión, las que en un sistema cartesiano semilogarítmico son rectas secuenciales en el tiempo con distinta pendiente para un mismo hidrograma. Esta composición gráfica solo se presenta cuando establece la recarga por las tres maneras mencionadas y cuando la curva de recesión se extiende, en régimen no influido, suficientemente en el tiempo. Para la implementación del citado método se ha realizado modificaciones en el cálculo de los caudales dado que se trata de hidrogramas compuestos correspondientes a la descarga de dos acuíferos por tres modos de recarga. Los volúmenes de recarga calculados resultan compatibles con los estimados mediante los escasos registros de oscilaciones piezométricas existentes y con calculados por el método de Maillet y con los volúmenes de descarga (caudal básico) medidos diariamente en el arroyo.

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